PERFORMANCE
ATO 1 - PERMANECER (15 e 16 set); ATO 2 - RESISTIR (19 e 20 set) e ATO 3 - DOMINAR (23 e 24 set)

Trilogia Antropofágica

de Tamara Cubas
Palco da Sala Luis Miguel Cintra (ato i e II) e sala Luis Miguel Cintra (ato III)
Sexta e sábado, 19h – 24h (ato I); Terça e quarta, 21h (ato II) e Sábado, 21h; domingo, 17h30 (ato III)

Sinopse

Passado e Presente, Lisboa – Capital ibero-americana de cultura 2017
TAMARA CUBAS (URUGUAI)
TRILOGIA ANTROPOFÁGICA

Perceber a força do mundo e o mundo como uma força é o desafio da coreógrafa uruguaia Tamara Cubas, uma das mais originais criadoras sul-americanas. O seu trajeto como artista iniciou-se nas artes plásticas, passando depois para a dança, território onde criou as propostas mais arrojadas ou inesperadas, dada a considerada estranheza e sedução que caracterizam as suas obras. 

A Trilogia Antropofágica é a continuação de uma exploração intertextual de Tamara Cubas, que sublinha a preocupação da coreógrafa em reunir pedaços de outras criações nas suas propostas artísticas. Chama-lhe metonimizar criações.
O objetivo desta Trilogia é colocar em prática um dispositivo organizado como um ritual, trabalhando três obras cénicas brasileiras atuais em que se inspira, para fazer emergir a partir deste encontro uma nova trilogia. Na base deste trabalho estão: Vestígios de Marta Soares, Matadouro de Marcelo Evelin e Pororoca de Lia Rodrigues.


Teatro – estreia nacional
15, 16 set
TRILOGIA ANTROPOFÁGICA
ATO 1 - PERMANECER 
Tamara Cubas
Sexta e sábado, 19h – 24h
Palco da sala Luis Miguel Cintra
A classificar pela CCE
€12 (com descontos €5 - €8,40)
Passe 3 atos: €27 - €30

Sessão contínua das 19h às 24h

Permanecer é uma instalação performativa numa superfície de carvão em movimento com vibrações e sons. Nesta paisagem vibratória, um performer olha o público e aguarda que alguém tome o seu lugar, sem saber exatamente quando e se isso vai acontecer.

As pessoas cada uma à sua vez podem ocupar e permanecer sobre este chão que tem a particularidade de tremer, de abanar de criar uma instabilidade permanente. Haverá metáfora mais forte do que estas cenas que falam do trabalho duro, do trabalho que suja, da instabilidade geo-política dos países sul-americanos? E mesmo assim cada espectador que sobe para o monte de carvão quer dizer que ainda não desistiu, quer dizer que reivindica uma intervenção, um papel na História e por isso resiste enquanto a terra treme.
António Pinto Ribeiro (programador Capital ibero-americana de cultura 2017

Direção: Tamara Cubas; Criação: Santiago Turenne, Leticia Skrycky y Tamara Cubas; Iluminação: Leticia Skrycky; Desenho de som e sistema mecânico: Leonardo Secco y Leticia Skrycky; Colaboração: Francisco Lapetina - Martin Craciun - Ignacio Garcia; Produção: Perro Rabioso; A partir de: Vestígios de Marta Soares; Distribuição: Key Performance 

Teatro – estreia nacional
Passado e Presente, Lisboa – Capital ibero-americana de cultura 2017
19, 20 set
TRILOGIA ANTROPOFÁGICA
ATO 2 - RESISTIR 
Tamara Cubas
Terça e quarta, 21h
Palco da sala Luis Miguel Cintra
A classificar pela CCE
€12 (com descontos €5 - €8,40)
Passe 3 atos: €27 - €30

 

A obra Resistir é um ritual de procura da selvajaria e do animalismo. Uma forma de resistência ao encapsulamento e à mercantilização do desejo, à capitalização do corpo, à institucionalização das relações e hierarquização da forma. 
Numa plataforma instável coberta de pedaços de madeira, um cão cimarrón recebe o público, como que protegendo a sua matilha - os performers – até ao animalesco. Cimarrón é uma raça que chegou domesticada ao Uruguai com os colonizadores da região, mas que durante a conquista do território se escapou, tornando-se selvagem.

É através de um sistema coletivo de colaboração mútua entre os performers, que se torna possível defender este processo de conversação como uma forma de vida sem qualquer soberania.
Tamara Cubas

Direção: Tamara Cubas; Desenho de luz e som: Leticia Sckrycky; Interpretação: Santiago Turenne, Alina Ruiz Folini, Mariana Marchesano, Tamara Gómez e Bruno Brandolino; A partir de: Matadouro de Marcelo Evelin; Produção: Perro Rabioso; Distribuição: Key Performance 


Teatro – estreia mundial
Passado e Presente, Lisboa – Capital ibero-americana de cultura 2017
23, 24 set
TRILOGIA ANTROPOFÁGICA
ATO 3 - OPRIMIR
Tamara Cubas
Sábado, 21h; domingo, 17h30
Sala Luis Miguel Cintra
A classificar pela CCE
€12 - €15 (com descontos €5 - €10,50)
Passe 3 atos: €27 - €30


23 set: conversa com a equipa após o espetáculo

O estado de emergência e resistência persiste na ontologia do ser coletivo. O ser social, político e cultural contrapõe às suas forças uma ideia positivista do progresso. Os muros que só alguns proclamam não serão os véus que escondem as forças dos seus merecidos desmoronamentos. Já não será válido o estado de alerta; já não será válida uma "contrahegemonia". Não haverá centros, nem periferias, tão pouco alienados, nem "desalienados", nem visões cósmicas que guiarão lemas nos nossos dias. Já não será necessário o acordo. Será só oprimir.
Tamara Cubas

Direção: Tamara Cubas; Desenho de luz e som: Leticia Sckrycky; Interpretação: Santiago Turenne, Alina Ruiz Folini, Mariana Marchesano, Tamara Gómez, Bruno Brandolino e performers locais; A partir de Pororoca de Lia Rodrigues; Produção: Perro Rabioso; Distribuição: Key Performance 

Coprodução: Perro Rabioso, PROAC – Associacion Civil e São Luiz Teatro Municipal 

Sinopse

Passado e Presente, Lisboa – Capital ibero-americana de cultura 2017
TAMARA CUBAS (URUGUAI)
TRILOGIA ANTROPOFÁGICA

Perceber a força do mundo e o mundo como uma força é o desafio da coreógrafa uruguaia Tamara Cubas, uma das mais originais criadoras sul-americanas. O seu trajeto como artista iniciou-se nas artes plásticas, passando depois para a dança, território onde criou as propostas mais arrojadas ou inesperadas, dada a considerada estranheza e sedução que caracterizam as suas obras. 

A Trilogia Antropofágica é a continuação de uma exploração intertextual de Tamara Cubas, que sublinha a preocupação da coreógrafa em reunir pedaços de outras criações nas suas propostas artísticas. Chama-lhe metonimizar criações.
O objetivo desta Trilogia é colocar em prática um dispositivo organizado como um ritual, trabalhando três obras cénicas brasileiras atuais em que se inspira, para fazer emergir a partir deste encontro uma nova trilogia. Na base deste trabalho estão: Vestígios de Marta Soares, Matadouro de Marcelo Evelin e Pororoca de Lia Rodrigues.


Teatro – estreia nacional
15, 16 set
TRILOGIA ANTROPOFÁGICA
ATO 1 - PERMANECER 
Tamara Cubas
Sexta e sábado, 19h – 24h
Palco da sala Luis Miguel Cintra
A classificar pela CCE
€12 (com descontos €5 - €8,40)
Passe 3 atos: €27 - €30

Sessão contínua das 19h às 24h

Permanecer é uma instalação performativa numa superfície de carvão em movimento com vibrações e sons. Nesta paisagem vibratória, um performer olha o público e aguarda que alguém tome o seu lugar, sem saber exatamente quando e se isso vai acontecer.

As pessoas cada uma à sua vez podem ocupar e permanecer sobre este chão que tem a particularidade de tremer, de abanar de criar uma instabilidade permanente. Haverá metáfora mais forte do que estas cenas que falam do trabalho duro, do trabalho que suja, da instabilidade geo-política dos países sul-americanos? E mesmo assim cada espectador que sobe para o monte de carvão quer dizer que ainda não desistiu, quer dizer que reivindica uma intervenção, um papel na História e por isso resiste enquanto a terra treme.
António Pinto Ribeiro (programador Capital ibero-americana de cultura 2017

Direção: Tamara Cubas; Criação: Santiago Turenne, Leticia Skrycky y Tamara Cubas; Iluminação: Leticia Skrycky; Desenho de som e sistema mecânico: Leonardo Secco y Leticia Skrycky; Colaboração: Francisco Lapetina - Martin Craciun - Ignacio Garcia; Produção: Perro Rabioso; A partir de: Vestígios de Marta Soares; Distribuição: Key Performance 

Teatro – estreia nacional
Passado e Presente, Lisboa – Capital ibero-americana de cultura 2017
19, 20 set
TRILOGIA ANTROPOFÁGICA
ATO 2 - RESISTIR 
Tamara Cubas
Terça e quarta, 21h
Palco da sala Luis Miguel Cintra
A classificar pela CCE
€12 (com descontos €5 - €8,40)
Passe 3 atos: €27 - €30

 

A obra Resistir é um ritual de procura da selvajaria e do animalismo. Uma forma de resistência ao encapsulamento e à mercantilização do desejo, à capitalização do corpo, à institucionalização das relações e hierarquização da forma. 
Numa plataforma instável coberta de pedaços de madeira, um cão cimarrón recebe o público, como que protegendo a sua matilha - os performers – até ao animalesco. Cimarrón é uma raça que chegou domesticada ao Uruguai com os colonizadores da região, mas que durante a conquista do território se escapou, tornando-se selvagem.

É através de um sistema coletivo de colaboração mútua entre os performers, que se torna possível defender este processo de conversação como uma forma de vida sem qualquer soberania.
Tamara Cubas

Direção: Tamara Cubas; Desenho de luz e som: Leticia Sckrycky; Interpretação: Santiago Turenne, Alina Ruiz Folini, Mariana Marchesano, Tamara Gómez e Bruno Brandolino; A partir de: Matadouro de Marcelo Evelin; Produção: Perro Rabioso; Distribuição: Key Performance 


Teatro – estreia mundial
Passado e Presente, Lisboa – Capital ibero-americana de cultura 2017
23, 24 set
TRILOGIA ANTROPOFÁGICA
ATO 3 - OPRIMIR
Tamara Cubas
Sábado, 21h; domingo, 17h30
Sala Luis Miguel Cintra
A classificar pela CCE
€12 - €15 (com descontos €5 - €10,50)
Passe 3 atos: €27 - €30


23 set: conversa com a equipa após o espetáculo

O estado de emergência e resistência persiste na ontologia do ser coletivo. O ser social, político e cultural contrapõe às suas forças uma ideia positivista do progresso. Os muros que só alguns proclamam não serão os véus que escondem as forças dos seus merecidos desmoronamentos. Já não será válido o estado de alerta; já não será válida uma "contrahegemonia". Não haverá centros, nem periferias, tão pouco alienados, nem "desalienados", nem visões cósmicas que guiarão lemas nos nossos dias. Já não será necessário o acordo. Será só oprimir.
Tamara Cubas

Direção: Tamara Cubas; Desenho de luz e som: Leticia Sckrycky; Interpretação: Santiago Turenne, Alina Ruiz Folini, Mariana Marchesano, Tamara Gómez, Bruno Brandolino e performers locais; A partir de Pororoca de Lia Rodrigues; Produção: Perro Rabioso; Distribuição: Key Performance 

Coprodução: Perro Rabioso, PROAC – Associacion Civil e São Luiz Teatro Municipal 

Críticas

Não existem críticas.

Preçário

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Descontos

50% 
Cartão Maria&Luiz
Menores de 30 Anos (1ª Plateia; Camarotes Centrais e 1º Balcão Central)
Maiores de 65 anos, pessoas com deficiência e acompanhante, desempregados,estudantes, profissionais do espetáculo, funcionários da CML e Empresas Municipais 

30% 
Grupos de 10 pessoas ou mais

20% 
Protocolos e acordos

€5
Menores de 30 Anos (2ª Plateia; Frisas; 2º Balcão e Camarotes de 2ª)

Nota: É favor fazer-se acompanhar de um documento que comprove o desconto à entrada.

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BILHETEIRA
 
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