TEATRO
14 e 15 julho

Estado de Sítio

De Albert Camus; Encenação de Emmanuel Demarcy-Mota
Sala Luis Miguel Cintra
Sábado, 21h; domingo, 17h30

Sinopse

Teatro
Integrado na programação do 35º Festival de Almada
E nas comemorações de Paris-Lisboa: 20 anos do Acordo de Amizade

14 e 15 julho
ESTADO DE SÍTIO 
De Albert Camus 
Encenação de Emmanuel Demarcy-Mota

Sábado, 21h; domingo, 17h30
Sala Luis Miguel Cintra
M/14
€12 - €15 (com descontos €5 - €10,50)
Duração: 1h45

Falado em português e francês com legendas em português



14 JULHO
HISTÓRIAS LISBOA – PARIS
No âmbito dos 20 anos do Acordo de Amizade Paris – Lisboa
Uma noite de encontros, leituras e teatro m/14

Transmissão em direto entre o Teatro São Luiz, em Lisboa, e o Théâtre de la Ville, em Paris
Encontros e Leituras
19h – 21h, Sala Bernardo Sassetti
Entrada livre sujeita à lotação da sala
19h
Baile e performance com a cumplicidade do coreógrafo José Montalvo.
20h
Apresentação de Emmanuel Demarcy-Mota, diretor artístico do Théâtre de la Ville e encenador de Estado de Sítio, seguida da leitura de textos de Albert Camus pelo  rapper, escritor e cineasta francês Abd al Malik, acompanhado pela rapper e autora portuguesa, Capicua.
20h30
Leitura de vários textos por Emmanuel Demarcy-Mota, Abd al Malik e a a atriz Teresa Coutinho. Uma mensagem de apelo aos jovens do século XXI, na construção do futuro.
teatro
21h – 22h45, Sala Luis Miguel Cintra
ESTADO DE SÍTIO, de Albert Camus - Encenação de Emmanuel Demarcy-Mota
€12 - €15 (com descontos €5 - €10,50)

---------------------------------------------


Os poderes da vida

Com os ataques terroristas e todo o medo, houve que parar para pensar e descobrir a nossa forma de reagir à situação actual. Senti uma vontade de regressar ao autor que exercera uma enorme influência na minha adolescência: Albert Camus. Reli a peça Estado de Sítio, escrita em 1948, pouco depois dos horrores da Segunda Guerra Mundial, após o pior exemplo da desumanidade do homem para com o homem. Ficou então evidente que teria de dar vida a esse texto, simultaneamente espantoso e universal, um texto que merece ser redescoberto e que nos incentiva, hoje em dia, a estabelecer compromissos capazes de reavivar o optimismo. Seria possível traçar referências ao clima de medo que se verifica sob diversas formas por esse mundo fora, ao desenvolvimento dos movimentos extremistas, tanto na Europa como noutros países, bem como à tentação de rejeitar todos os que sejam diferentes, de nos isolarmos em relação ao exterior.
A peça coloca uma série de questões com grande intensidade; a luta pela defesa dos valores humanistas perante uma autoridade que se impõe através do terror; a incapacidade de certas pessoas para terem fé num credo ou ideal, e como isso poderá levá-las a aceitar e sancionar o pior de tudo; a autoridade (seja real ou simbólica) dos "pais"; o poder do amor, aliado à inexpugnável liberdade individual. Há uma pergunta que todos fazemos e que actualmente nos anima: que papel poderá desempenhar a arte diante de perigos horrendos como aqueles que hoje experimentamos? E a resposta que gostaríamos de dar a essa pergunta é que a arte pode ajudar-nos a termos dúvidas em conjunto, a questionarmos a certeza, a convicção e a convenção, a questionarmos o preconceito, e pode dar uma ajuda a que as ideias avancem, rumo à verdade e não à treva, confrontando o destino da morte e exaltando o poder da vida.

Emmanuel Demarcy-Mota

Texto: Albert Camus; Encenação: Emmanuel Demarcy- Mota; Assistente de encenação:Christophe Lemaire; Cenografia:Yves Collet; Luzes: Yves Collet & Christophe Lemaire; Figurinos: Fanny Brouste; Som: David Lesser; Imagem: Mike Guermyet; Máscaras: Anne Leray; Caracterização: Catherine Nicolas; Colaboração artística: François Regnault; Assistente de luz: Thomas Falinower; Segundo assistente de encenação: Julie Peigné; Elenco da Companhia do Théâtre de la Ville – Paris: Serge Maggiani, Hugues Quester, Alain Libolt, Valérie Dashwood, Jackee Toto, Hannah Levin Seiderman, Jauris Casanova, Philippe Demarle, Sandra Faure, Sarah Karbasnikoff, Gérald Maillet, Walter N’Guyen, Pascal Vuillemot; Produção Théâtre de la Ville – Paris; Coprodução Théâtre de la Ville de Luxembourg – Théâtre National de Bretagne-Rennes, BAM (Brooklyn Academy of Music-New York). Com o apoio artístico de Jeune Théâtre National.

Sinopse

Teatro
Integrado na programação do 35º Festival de Almada
E nas comemorações de Paris-Lisboa: 20 anos do Acordo de Amizade

14 e 15 julho
ESTADO DE SÍTIO 
De Albert Camus 
Encenação de Emmanuel Demarcy-Mota

Sábado, 21h; domingo, 17h30
Sala Luis Miguel Cintra
M/14
€12 - €15 (com descontos €5 - €10,50)
Duração: 1h45

Falado em português e francês com legendas em português



14 JULHO
HISTÓRIAS LISBOA – PARIS
No âmbito dos 20 anos do Acordo de Amizade Paris – Lisboa
Uma noite de encontros, leituras e teatro m/14

Transmissão em direto entre o Teatro São Luiz, em Lisboa, e o Théâtre de la Ville, em Paris
Encontros e Leituras
19h – 21h, Sala Bernardo Sassetti
Entrada livre sujeita à lotação da sala
19h
Baile e performance com a cumplicidade do coreógrafo José Montalvo.
20h
Apresentação de Emmanuel Demarcy-Mota, diretor artístico do Théâtre de la Ville e encenador de Estado de Sítio, seguida da leitura de textos de Albert Camus pelo  rapper, escritor e cineasta francês Abd al Malik, acompanhado pela rapper e autora portuguesa, Capicua.
20h30
Leitura de vários textos por Emmanuel Demarcy-Mota, Abd al Malik e a a atriz Teresa Coutinho. Uma mensagem de apelo aos jovens do século XXI, na construção do futuro.
teatro
21h – 22h45, Sala Luis Miguel Cintra
ESTADO DE SÍTIO, de Albert Camus - Encenação de Emmanuel Demarcy-Mota
€12 - €15 (com descontos €5 - €10,50)

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Os poderes da vida

Com os ataques terroristas e todo o medo, houve que parar para pensar e descobrir a nossa forma de reagir à situação actual. Senti uma vontade de regressar ao autor que exercera uma enorme influência na minha adolescência: Albert Camus. Reli a peça Estado de Sítio, escrita em 1948, pouco depois dos horrores da Segunda Guerra Mundial, após o pior exemplo da desumanidade do homem para com o homem. Ficou então evidente que teria de dar vida a esse texto, simultaneamente espantoso e universal, um texto que merece ser redescoberto e que nos incentiva, hoje em dia, a estabelecer compromissos capazes de reavivar o optimismo. Seria possível traçar referências ao clima de medo que se verifica sob diversas formas por esse mundo fora, ao desenvolvimento dos movimentos extremistas, tanto na Europa como noutros países, bem como à tentação de rejeitar todos os que sejam diferentes, de nos isolarmos em relação ao exterior.
A peça coloca uma série de questões com grande intensidade; a luta pela defesa dos valores humanistas perante uma autoridade que se impõe através do terror; a incapacidade de certas pessoas para terem fé num credo ou ideal, e como isso poderá levá-las a aceitar e sancionar o pior de tudo; a autoridade (seja real ou simbólica) dos "pais"; o poder do amor, aliado à inexpugnável liberdade individual. Há uma pergunta que todos fazemos e que actualmente nos anima: que papel poderá desempenhar a arte diante de perigos horrendos como aqueles que hoje experimentamos? E a resposta que gostaríamos de dar a essa pergunta é que a arte pode ajudar-nos a termos dúvidas em conjunto, a questionarmos a certeza, a convicção e a convenção, a questionarmos o preconceito, e pode dar uma ajuda a que as ideias avancem, rumo à verdade e não à treva, confrontando o destino da morte e exaltando o poder da vida.

Emmanuel Demarcy-Mota

Texto: Albert Camus; Encenação: Emmanuel Demarcy- Mota; Assistente de encenação:Christophe Lemaire; Cenografia:Yves Collet; Luzes: Yves Collet & Christophe Lemaire; Figurinos: Fanny Brouste; Som: David Lesser; Imagem: Mike Guermyet; Máscaras: Anne Leray; Caracterização: Catherine Nicolas; Colaboração artística: François Regnault; Assistente de luz: Thomas Falinower; Segundo assistente de encenação: Julie Peigné; Elenco da Companhia do Théâtre de la Ville – Paris: Serge Maggiani, Hugues Quester, Alain Libolt, Valérie Dashwood, Jackee Toto, Hannah Levin Seiderman, Jauris Casanova, Philippe Demarle, Sandra Faure, Sarah Karbasnikoff, Gérald Maillet, Walter N’Guyen, Pascal Vuillemot; Produção Théâtre de la Ville – Paris; Coprodução Théâtre de la Ville de Luxembourg – Théâtre National de Bretagne-Rennes, BAM (Brooklyn Academy of Music-New York). Com o apoio artístico de Jeune Théâtre National.

Críticas

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Preçário

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Descontos

50% 
Cartão Maria&Luiz
Menores de 30 Anos (1ª Plateia; Camarotes Centrais e 1º Balcão Central)
Maiores de 65 anos, pessoas com deficiência e acompanhante, desempregados,estudantes, profissionais do espetáculo, funcionários da CML e Empresas Municipais 

30% 
Grupos de 10 pessoas ou mais

20% 
Protocolos e acordos

€5
Menores de 30 Anos (2ª Plateia; Frisas; 2º Balcão e Camarotes de 2ª)

Nota: É favor fazer-se acompanhar de um documento que comprove o desconto à entrada.

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