MÚSICA
16 novembro

Andrea Motis

Misty Fest
Sala Luis Miguel Cintra
sexta, 21h

Sinopse

MÚSICA
16 novembro

ANDREIA MOTIS
Misty Fest


Sala Luis Miguel Cintra
sexta, 21h
€12 a €25 (com descontos para portadores Cartão Maria&Luiz)
m/6

O Misty Fest continua a trazer a música contemporânea ao Teatro São Luiz.
Nesta edição, atuam por cá o guitarrista português Francisco Sales, a cantora e compositora portuguesa Beatriz Nunes, o pianista, compositor, arranjador francês Christophe Chassol, e a trompetista e cantora catalã, Andrea Motis.



O espantoso em Andrea Motis é que apesar da sua tenra idade - a trompetista e cantora de Barcelona soma apenas 23 anos - ela já conta com um álbum em nome próprio na prestigiada etiqueta Impulse! - Emotional Dance foi editado, perante aclamação generalizada, em 2017 -, variadíssimas colaborações com o seu mentor, o baixista Joan Chamorro, o primeiro dos quais, Joan Chamorro presenta Andrea Motis, quando contava meros 15 anos de idade. A esse registo somam-se mais uma dezena (!!!) em colaboração com o seu mentor ou com o coletivo Sant Andreu Jazz Band, uma marca impressionante de um talento fora do comum que logo em 2007, quando Andrea tinha apenas 12 anos, se começou a manifestar em palcos de forma muito séria.

No seu período formativo, Motis, que também é uma executante sólida no saxofone alto, tocou trompete - que considera o seu primeiro instrumento, ao lado de grandes nomes do jazz mundial como o trombonista Wycliffe Gordon, os saxofonistas Jesse Davis e Dick Oatts ou o clarinetista Bobby Gordon. "Tocar trompete", explica, revelando uma sabedoria bem mais ampla do que a sua idade deixaria antever, “é como meditar. É parte importante da minha vida. Mas não quero apenas escolher um lado, porque gosto de tudo", confessa, referindo-se ao facto de ao lado de Chamorro ter igualmente descoberto a sua voz como instrumento.

Naquele que é já o seu segundo registo para a Impulse!, Emotional Dance, a sua voz ocupa um espaço de eleição. Comparada tanto a Billlie Holiday como a Norah Jones, Andrea Motis revela uma voz alto, com fraseado sucinto, mas imaginativo, bem expresso logo no tema de abertura, o standard "He's Funny That Way". A propósito deste álbum, John Fordham escreveu no Guardian que Motis tem aparência de grande estrela desde a adolescência e descreve o resultado final como "uma sessão que nos prende". Será igualmente assim em palco, num concerto em que a jovem Andrea Motis poderá mostrar que o talento e a capacidade de encantar não precisa do peso dos anos para se manifestar.

Coapresentação: UGURU e São Luiz Teatro Municipal


OUTROS CONCERTOS MISTY FEST NO SÃO LUIZ

5 novembro – Francisco Sales (guitarrista)

6 novembro – Beatriz Nunes (cantora e compositora)

15 novembro – Chrisophe Chassol (pianista e compositor)


Sinopse

MÚSICA
16 novembro

ANDREIA MOTIS
Misty Fest


Sala Luis Miguel Cintra
sexta, 21h
€12 a €25 (com descontos para portadores Cartão Maria&Luiz)
m/6

O Misty Fest continua a trazer a música contemporânea ao Teatro São Luiz.
Nesta edição, atuam por cá o guitarrista português Francisco Sales, a cantora e compositora portuguesa Beatriz Nunes, o pianista, compositor, arranjador francês Christophe Chassol, e a trompetista e cantora catalã, Andrea Motis.



O espantoso em Andrea Motis é que apesar da sua tenra idade - a trompetista e cantora de Barcelona soma apenas 23 anos - ela já conta com um álbum em nome próprio na prestigiada etiqueta Impulse! - Emotional Dance foi editado, perante aclamação generalizada, em 2017 -, variadíssimas colaborações com o seu mentor, o baixista Joan Chamorro, o primeiro dos quais, Joan Chamorro presenta Andrea Motis, quando contava meros 15 anos de idade. A esse registo somam-se mais uma dezena (!!!) em colaboração com o seu mentor ou com o coletivo Sant Andreu Jazz Band, uma marca impressionante de um talento fora do comum que logo em 2007, quando Andrea tinha apenas 12 anos, se começou a manifestar em palcos de forma muito séria.

No seu período formativo, Motis, que também é uma executante sólida no saxofone alto, tocou trompete - que considera o seu primeiro instrumento, ao lado de grandes nomes do jazz mundial como o trombonista Wycliffe Gordon, os saxofonistas Jesse Davis e Dick Oatts ou o clarinetista Bobby Gordon. "Tocar trompete", explica, revelando uma sabedoria bem mais ampla do que a sua idade deixaria antever, “é como meditar. É parte importante da minha vida. Mas não quero apenas escolher um lado, porque gosto de tudo", confessa, referindo-se ao facto de ao lado de Chamorro ter igualmente descoberto a sua voz como instrumento.

Naquele que é já o seu segundo registo para a Impulse!, Emotional Dance, a sua voz ocupa um espaço de eleição. Comparada tanto a Billlie Holiday como a Norah Jones, Andrea Motis revela uma voz alto, com fraseado sucinto, mas imaginativo, bem expresso logo no tema de abertura, o standard "He's Funny That Way". A propósito deste álbum, John Fordham escreveu no Guardian que Motis tem aparência de grande estrela desde a adolescência e descreve o resultado final como "uma sessão que nos prende". Será igualmente assim em palco, num concerto em que a jovem Andrea Motis poderá mostrar que o talento e a capacidade de encantar não precisa do peso dos anos para se manifestar.

Coapresentação: UGURU e São Luiz Teatro Municipal


OUTROS CONCERTOS MISTY FEST NO SÃO LUIZ

5 novembro – Francisco Sales (guitarrista)

6 novembro – Beatriz Nunes (cantora e compositora)

15 novembro – Chrisophe Chassol (pianista e compositor)


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