MÚSICA
15 novembro

Chassol - "Big Sun"

Misty Fest
Sala Luis Miguel Cintra
quinta, 21h

Sinopse

MÚSICA
15 novembro
Sala Luis Miguel Cintra
quinta, 21h
€11 a €22 (com descontos para portadores Cartão Maria&Luiz)
m/6

O Misty Fest continua a trazer a música contemporânea ao Teatro São Luiz. 
Nesta edição, atuam por cá o guitarrista português Francisco Sales, a cantora e compositora portuguesa Beatriz Nunes, o pianista, compositor, arranjador francês Christophe Chassol, e a trompetista e cantora catalã, Andrea Motis.


Pianista, compositor, arranjador e diretor musical de nomes como Phoenix ou Sebastien Tellier, o carismático e talentoso Christophe Chassol assinou uma peça artística que desafia as classificações. As suas composições articulam vozes, música, sons e imagens em novos objectos audiovisuais. O resultado tem um nome: “ultrascore”. 

Quem é Chassol? Nascido em 1976, Chassol descobriu a música aos quatro anos. Filho de um saxofonista amador, este miúdo negro ingressou no Conservatório como outros vão para a tropa. Passou lá 16 anos, começando por aprender harmonia, escalas e melodia como base essencial para o que se seguiria. Traumatizado ainda jovem pela banda sonora do filme A Torre do Inferno, o pequeno Chassol percebeu rapidamente que não editaria o seu primeiro álbum aos 20 anos. De facto, não aconteceu. A publicidade ocupou boa parte da sua concentração durante os anos seguintes. Entre a produção de jingles para publicidade, Chassol encontrou tempo para se tornar maestro entre 1994 e 2002 e depois descobriu o mundo da música pop quando acompanhou Sebastien Tellier e os Phoenix em Politics (2004), trabalho para o qual o jovem sósia de Jean-Michel Basquiat criou a maior parte dos arranjos.

Uma das consequências de tais trocas é que criam confusão entre a vanguarda e a ambição da própria pessoa. Tanto discípulo da escola minimalista de Steve Reich ou John Adams como entusiasta da cultura pop, este parisiense gosta de afastar dos caminhos mais percorridos, tal como se percebe olhando para a sua carreira. Aceitou encomendas de museus de arte contemporânea, assinou peças para filmes e depois começou a criar os seus próprios filmes, como Nola Chérie ou Indiamore. Oportunidades para trabalhar matérias tão distintas como as marchas da cidade berço do jazz ou as luxuosas orquestrações indianas para cinema. Big Sun foi o seu projeto seguinte, uma investigação das Índias Ocidentais: "Fui à Martinica capturar elementos da identidade musical da ilha, filmei carnavais, paradas, bandas, procissões e desfiles militares, linguagem, crioulo, sotaques, ambientes noturnos, o som da chuva, pássaros a cantarem, os sistemas de som, as comunidades rastafári, músicos e cantores, percussão, missas e contadores de histórias, concertos de mar e de ondas”. Artista completo? Com certeza. E a descobrir urgentemente agora que apresenta ao mundo os seus Ultrascores II.


Sinopse

MÚSICA
15 novembro
Sala Luis Miguel Cintra
quinta, 21h
€11 a €22 (com descontos para portadores Cartão Maria&Luiz)
m/6

O Misty Fest continua a trazer a música contemporânea ao Teatro São Luiz. 
Nesta edição, atuam por cá o guitarrista português Francisco Sales, a cantora e compositora portuguesa Beatriz Nunes, o pianista, compositor, arranjador francês Christophe Chassol, e a trompetista e cantora catalã, Andrea Motis.


Pianista, compositor, arranjador e diretor musical de nomes como Phoenix ou Sebastien Tellier, o carismático e talentoso Christophe Chassol assinou uma peça artística que desafia as classificações. As suas composições articulam vozes, música, sons e imagens em novos objectos audiovisuais. O resultado tem um nome: “ultrascore”. 

Quem é Chassol? Nascido em 1976, Chassol descobriu a música aos quatro anos. Filho de um saxofonista amador, este miúdo negro ingressou no Conservatório como outros vão para a tropa. Passou lá 16 anos, começando por aprender harmonia, escalas e melodia como base essencial para o que se seguiria. Traumatizado ainda jovem pela banda sonora do filme A Torre do Inferno, o pequeno Chassol percebeu rapidamente que não editaria o seu primeiro álbum aos 20 anos. De facto, não aconteceu. A publicidade ocupou boa parte da sua concentração durante os anos seguintes. Entre a produção de jingles para publicidade, Chassol encontrou tempo para se tornar maestro entre 1994 e 2002 e depois descobriu o mundo da música pop quando acompanhou Sebastien Tellier e os Phoenix em Politics (2004), trabalho para o qual o jovem sósia de Jean-Michel Basquiat criou a maior parte dos arranjos.

Uma das consequências de tais trocas é que criam confusão entre a vanguarda e a ambição da própria pessoa. Tanto discípulo da escola minimalista de Steve Reich ou John Adams como entusiasta da cultura pop, este parisiense gosta de afastar dos caminhos mais percorridos, tal como se percebe olhando para a sua carreira. Aceitou encomendas de museus de arte contemporânea, assinou peças para filmes e depois começou a criar os seus próprios filmes, como Nola Chérie ou Indiamore. Oportunidades para trabalhar matérias tão distintas como as marchas da cidade berço do jazz ou as luxuosas orquestrações indianas para cinema. Big Sun foi o seu projeto seguinte, uma investigação das Índias Ocidentais: "Fui à Martinica capturar elementos da identidade musical da ilha, filmei carnavais, paradas, bandas, procissões e desfiles militares, linguagem, crioulo, sotaques, ambientes noturnos, o som da chuva, pássaros a cantarem, os sistemas de som, as comunidades rastafári, músicos e cantores, percussão, missas e contadores de histórias, concertos de mar e de ondas”. Artista completo? Com certeza. E a descobrir urgentemente agora que apresenta ao mundo os seus Ultrascores II.


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