MÚSICA
6 novembro

Beatriz Nunes - "Canto Primeiro"

Misty Fest
Sala Bernardo Sassetti
terça, 21h

Sinopse

6 novembro
BEATRIZ NUNES
Terça, 21h
Sala Bernardo Sassetti
€12 (com descontos para portadores Cartão Maria&Luiz)

O Misty Fest continua a trazer a música contemporânea ao Teatro São Luiz. 
Nesta edição, atuam por cá o guitarrista português Francisco Sales, a cantora e compositora portuguesa Beatriz Nunes, o pianista, compositor, arranjador francês Christophe Chassol, e a trompetista e cantora catalã, Andrea Motis.


Chama-se Canto Primeiro, o álbum de estreia da cantora e compositora portuguesa Beatriz Nunes, que expõe alma e técnica apurada, dando voz aos seus temas que vão da música popular e do jazz ao canto lírico. No Misty Fest mostra este trabalho ambicioso, produzido por si e que conta com a participação de Luís Barrigas (piano), Mário Franco (contrabaixo) e Jorge Moniz (bateria).

Canto Primeiro é título de álbum, mas não traduz verdade porque Beatriz Nunes, 30 anos, , tem um percurso já vasto, feito de estudo e entrega, de experiências intensas - do Conservatório a digressões internacionais com Madredeus ao lado de Pedro Ayres Magalhães e Carlos Maria Trindade -, de exploração de múltiplas vertentes - da música popular e do jazz, à erudição do canto lírico - de devolução dos conhecimentos adquiridos através do ensino - dá aulas na Escola de Jazz do barreiro e na Escola Profissional Ofício das Artes em Montemor-o-Novo. Na verdade, 30 anos é muito pouco para tanta bagagem. E foi isso que os especialistas do European Jazz Network reconheceram quando a premiaram com um lugar entre as muitas candidaturas para espetáculos a realizar no âmbito da conferência On The Edge que terá lugar em Lisboa no próximo mês de Setembro.

Em 2018, Beatriz Nunes assina também a sua própria estreia com um Canto Primeiro que afinal de contas já vem com lastro de talento pronunciado. É um disco ambicioso em que se afirma como compositora e produtora, um disco que mereceu a Rui Eduardo Paes, autêntica referência na crítica jazz nacional, o vaticínio de auspiciosa estreia - "não poderia ter começado melhor o percurso discográfico que se espera daqui por diante", afirmou, nas páginas da revista jazz.pt. 

Na companhia de Luís Barrigas (piano), Mário Franco (contrabaixo) e Jorge Moniz (bateria), Beatriz assina um disco íntimo, que procura o conforto do silêncio no sussurro de uma voz que se conhece muito bem: Beatriz estudou técnica vocal com Kim Nazarian e composição com Lauren Kinhan e Peter Eldridge, da Berklee College of Music; participou em workshops de Circle Singing liderados por Rizumik, professor do Omega Institute, NY (EUA) e Sofia Ribeiro; frequenta o Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Música de Lisboa. Impressionante, certo?

Isso ajuda a explicar que em 2018 tenha sido escolhida pela European Jazz Network para a conferência On The Edge que terá lugar em Lisboa no próximo mês de Setembro. Entre centenas de candidaturas, a proposta de Beatriz Nunes foi eleita para figurar no primeiro lugar da conferência: "Beatriz Nunes tem feito um percurso entre a música clássica e o jazz", escreve-se no programa oficial. Verdade: Beatriz Nunes procura os mais elevados espaços para a sua voz e em Canto Primeiro expõe alma e técnica apurada em reportório próprio e até num equeno tesouro de um grande José Afonso, como quem reclama um lugar numa historia que ainda continua a ser escrita. Por vozes como a sua...

Sinopse

6 novembro
BEATRIZ NUNES
Terça, 21h
Sala Bernardo Sassetti
€12 (com descontos para portadores Cartão Maria&Luiz)

O Misty Fest continua a trazer a música contemporânea ao Teatro São Luiz. 
Nesta edição, atuam por cá o guitarrista português Francisco Sales, a cantora e compositora portuguesa Beatriz Nunes, o pianista, compositor, arranjador francês Christophe Chassol, e a trompetista e cantora catalã, Andrea Motis.


Chama-se Canto Primeiro, o álbum de estreia da cantora e compositora portuguesa Beatriz Nunes, que expõe alma e técnica apurada, dando voz aos seus temas que vão da música popular e do jazz ao canto lírico. No Misty Fest mostra este trabalho ambicioso, produzido por si e que conta com a participação de Luís Barrigas (piano), Mário Franco (contrabaixo) e Jorge Moniz (bateria).

Canto Primeiro é título de álbum, mas não traduz verdade porque Beatriz Nunes, 30 anos, , tem um percurso já vasto, feito de estudo e entrega, de experiências intensas - do Conservatório a digressões internacionais com Madredeus ao lado de Pedro Ayres Magalhães e Carlos Maria Trindade -, de exploração de múltiplas vertentes - da música popular e do jazz, à erudição do canto lírico - de devolução dos conhecimentos adquiridos através do ensino - dá aulas na Escola de Jazz do barreiro e na Escola Profissional Ofício das Artes em Montemor-o-Novo. Na verdade, 30 anos é muito pouco para tanta bagagem. E foi isso que os especialistas do European Jazz Network reconheceram quando a premiaram com um lugar entre as muitas candidaturas para espetáculos a realizar no âmbito da conferência On The Edge que terá lugar em Lisboa no próximo mês de Setembro.

Em 2018, Beatriz Nunes assina também a sua própria estreia com um Canto Primeiro que afinal de contas já vem com lastro de talento pronunciado. É um disco ambicioso em que se afirma como compositora e produtora, um disco que mereceu a Rui Eduardo Paes, autêntica referência na crítica jazz nacional, o vaticínio de auspiciosa estreia - "não poderia ter começado melhor o percurso discográfico que se espera daqui por diante", afirmou, nas páginas da revista jazz.pt. 

Na companhia de Luís Barrigas (piano), Mário Franco (contrabaixo) e Jorge Moniz (bateria), Beatriz assina um disco íntimo, que procura o conforto do silêncio no sussurro de uma voz que se conhece muito bem: Beatriz estudou técnica vocal com Kim Nazarian e composição com Lauren Kinhan e Peter Eldridge, da Berklee College of Music; participou em workshops de Circle Singing liderados por Rizumik, professor do Omega Institute, NY (EUA) e Sofia Ribeiro; frequenta o Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Música de Lisboa. Impressionante, certo?

Isso ajuda a explicar que em 2018 tenha sido escolhida pela European Jazz Network para a conferência On The Edge que terá lugar em Lisboa no próximo mês de Setembro. Entre centenas de candidaturas, a proposta de Beatriz Nunes foi eleita para figurar no primeiro lugar da conferência: "Beatriz Nunes tem feito um percurso entre a música clássica e o jazz", escreve-se no programa oficial. Verdade: Beatriz Nunes procura os mais elevados espaços para a sua voz e em Canto Primeiro expõe alma e técnica apurada em reportório próprio e até num equeno tesouro de um grande José Afonso, como quem reclama um lugar numa historia que ainda continua a ser escrita. Por vozes como a sua...

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