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1 a 7 abril

Era uma vez um país assim: contar bem contadas a ditadura e a revolução

Teatro do Vestido / Joana Craveiro
Sala Mário Viegas
Escolas: segunda a sexta, 10h30 e 14h30 / Famílias: sábado e domingo, 11h e 16h

Sinopse

São Luiz 125 anos
TEATRO - estreia
1 a 7 abril
ERA UMA VEZ UM PAÍS ASSIM: CONTAR BEM CONTADAS A DITADURA E A REVOLUÇÃO 
Teatro do Vestido / Joana Craveiro
Escolas: segunda a sexta, 10h30 e 14h30
Famílias: sábado e domingo, 11h e 16h
Sala Mário Viegas
Público-alvo: 6 > 10 anos
A classificar pela CCE

LGP – Sessões com interpretação em Língua Gestual Portuguesa
Para escolas: 1 a 5 abril, mediante marcação
Para famílias: 7 abril, 16h

SD – Sessão Descontraídas
Para famílias: 7 abril, 11h

Conversa com a equipa artística após espetáculos para escolas


Sob direção de Joana Craveiro, o Teatro do Vestido cria um espetáculo que, como uma fotografia que se vai revelando, nos conta como era Portugal em tempo de ditadura e aquilo em que se tornou depois… Assim: Era uma vez um país mergulhado num mar de cinzento como só um mar profundo pode ser. Era um país que tinha mandado embora os reis, tinha vindo um vento chamado República, e depois veio uma coisa chamada golpe militar. Fez-se uma ditadura, foi como se chamou, e era dura, muito dura e duradoura, tão duradoura que muitos pensavam que nunca mais acabaria. Foi a mais longa da Europa – onde houve várias, em vários lugares, parecia moda, ou pior, parecia uma coisa em que todos acreditavam e que ia tomar conta do mundo todo. A vida por cá na ditadura era feita de sombras. Houve até uma guerra lá longe, num continente chamado África, e Portugal teve tudo a ver com isso. Escondidas, as pessoas que acreditavam num outro regime (palavra difícil!) lutavam pela liberdade – palavra grande, de cortar a respiração. E um dia aconteceu. Foi na noite de 25 de Abril de 1974. E o país, que tinha estado mergulhado no tal mar cinzento, descobriu que havia outras cores, outras coisas. E foi quando começou uma coisa a que se chamou Revolução. As revoluções são ventos que revolvem tudo e deixam aquilo que conhecemos de pernas para o ar e fazem-nos descobrir coisas que ainda não conhecíamos. Esta revolução ainda tem muitas histórias por contar. E as ditaduras estão sempre ao virar da esquina se nos distraímos a não querer saber como foi.

Texto e direção: Joana Craveiro; Cocriação e interpretação: Estêvão Antunes, Joana Craveiro e Tânia Guerreiro; Produção: Cláudia Teixeira e Joana Cordeiro

Coprodução: Teatro do Vestido e São Luiz Teatro Municipal

Sinopse

São Luiz 125 anos
TEATRO - estreia
1 a 7 abril
ERA UMA VEZ UM PAÍS ASSIM: CONTAR BEM CONTADAS A DITADURA E A REVOLUÇÃO 
Teatro do Vestido / Joana Craveiro
Escolas: segunda a sexta, 10h30 e 14h30
Famílias: sábado e domingo, 11h e 16h
Sala Mário Viegas
Público-alvo: 6 > 10 anos
A classificar pela CCE

LGP – Sessões com interpretação em Língua Gestual Portuguesa
Para escolas: 1 a 5 abril, mediante marcação
Para famílias: 7 abril, 16h

SD – Sessão Descontraídas
Para famílias: 7 abril, 11h

Conversa com a equipa artística após espetáculos para escolas


Sob direção de Joana Craveiro, o Teatro do Vestido cria um espetáculo que, como uma fotografia que se vai revelando, nos conta como era Portugal em tempo de ditadura e aquilo em que se tornou depois… Assim: Era uma vez um país mergulhado num mar de cinzento como só um mar profundo pode ser. Era um país que tinha mandado embora os reis, tinha vindo um vento chamado República, e depois veio uma coisa chamada golpe militar. Fez-se uma ditadura, foi como se chamou, e era dura, muito dura e duradoura, tão duradoura que muitos pensavam que nunca mais acabaria. Foi a mais longa da Europa – onde houve várias, em vários lugares, parecia moda, ou pior, parecia uma coisa em que todos acreditavam e que ia tomar conta do mundo todo. A vida por cá na ditadura era feita de sombras. Houve até uma guerra lá longe, num continente chamado África, e Portugal teve tudo a ver com isso. Escondidas, as pessoas que acreditavam num outro regime (palavra difícil!) lutavam pela liberdade – palavra grande, de cortar a respiração. E um dia aconteceu. Foi na noite de 25 de Abril de 1974. E o país, que tinha estado mergulhado no tal mar cinzento, descobriu que havia outras cores, outras coisas. E foi quando começou uma coisa a que se chamou Revolução. As revoluções são ventos que revolvem tudo e deixam aquilo que conhecemos de pernas para o ar e fazem-nos descobrir coisas que ainda não conhecíamos. Esta revolução ainda tem muitas histórias por contar. E as ditaduras estão sempre ao virar da esquina se nos distraímos a não querer saber como foi.

Texto e direção: Joana Craveiro; Cocriação e interpretação: Estêvão Antunes, Joana Craveiro e Tânia Guerreiro; Produção: Cláudia Teixeira e Joana Cordeiro

Coprodução: Teatro do Vestido e São Luiz Teatro Municipal

Críticas

Não existem críticas.

Preçário

1

Descontos

Crianças - 3 €

Cartão São Luiz - 3,5 €

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